A medicina estética mudou e os pacientes já não querem o que queriam. Médica explica porquê
A Medicina Estética tem evoluído muito nos últimos anos. Hoje em dia, pretendem-se resultados naturais, respeitando as feições do paciente. O objetivo principal não passa apenas por rejuvenescer, corrigir assimetrias ou melhorar a qualidade da pele, mas por atrasar o envelhecimento, diminuindo os sinais da idade, com resultados absolutamente naturais e sem que o paciente sinta que foi transformado noutra pessoa.
O conceito de beleza e de juventude evoluiu bastante nos últimos anos e muitos recorrem, cada vez mais cedo, à Medicina Estética à procura de um pouco mais do que corrigir os sinais da idade: querem principalmente evitar que estes apareçam e que a evolução da idade seja feita com um aspeto mais jovem, revitalizado e saudável.
Por outro lado, a rapidez com que a informação circula nas redes sociais e a influência que exerce sobre o público em geral levam a que os médicos recebam em consultório um paciente cada vez mais exigente, consciente, seguro e bem informado das últimas novidades e tecnologias disponíveis nesta área.
Os tratamentos de Medicina Estética mais procurados por estes novos consumidores são cada vez mais subtis. Os pacientes pretendem tratamentos com resultados eficientes mas discretos, em que quem observa constata que está com uma aparência mais jovem e revitalizada, mas sem perceber se foi realizada alguma intervenção médico-estética.
Atenuar rugas, melhorar a qualidade da pele, homogeneizar a tonalidade, dar brilho, tratar a flacidez, revitalizar e repor volume sem exageros são os objetivos mais procurados e, se bem aplicados, dão ao paciente o aspeto revitalizado e saudável tão desejado nos dias de hoje.